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Entende-se por Estratégias de Eficiência Colectiva (EEC) o conjunto de estratégias que visem a inovação, qualificação ou modernização de um agregado de empresas situadas num determinado território ou num determinado pólo, cluster, rede colaborativa ou fileira de actividades inter-relacionadas, estimulando, sempre que pertinente, a cooperação e o funcionamento em rede entre as empresas e entre estas e os centros de conhecimento e de formação. Trata-se, assim, de um conjunto coerente e estrategicamente justificado de iniciativas integradas num Programa de Acção, visando a inovação, a qualificação ou a modernização de um agregado económico, com uma implantação espacial de expressão nacional ou regional.
Estas iniciativas estimulam a cooperação e o funcionamento em rede entre as empresas e entre estas e outros actores relevantes para a estratégia - entidades de ensino e de I&DT, de formação, de assistência tecnológica, associações empresariais, entre outras. A Autoridade de Gestão do Programa COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade é a entidade competente pelo processo de reconhecimento, acompanhamento e avaliação das EEC inseridas na tipologia Clusters, que podem assumir duas configurações:
Assim, a 15 de Julho por despacho dos senhores Ministros do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, da Economia e da Inovação, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, e do Trabalho e Solidariedade Social foram reconhecidas formalmente 19 Estratégias de Eficiência Colectiva : 11 Pólos de Competitividade e Tecnologia e 8 Clusters.
Conforme artigo 9.º do "Enquadramento das Estratégias de Eficiência Colectiva", os projectos que forem avaliados como inseridos numa das EEC-Clusters terão acesso a incentivos majorados, desde que previstos nos respectivos Regulamentos Específicos, e a concursos específicos ou com dotações orçamentais específicas em concursos de âmbito genérico.Os critérios de inserção dos projectos nas EEC-Clusters reconhecidas e o respectivo Enquadramento Sectorial e Territorial são um referencial chave para o acesso às referidas condições preferenciais.
O Cluster das Indústrias Criativas O Cluster das Indústrias Criativas da Região do Norte foi um dos Clusters reconhecidos na categoria de "Outros Clusters". Os "Outros Clusters" assumem uma forte orientação para os mercados, mas a melhoria da competitividade resulta de forma mais vincada na partilha de activos comuns e na criação de massa crítica que permita o desenvolvimento de projectos inovadores e a indução da orientação das empresas para os mercados internacionais. Partilham com os Pólos de Competitividade e Tecnologia a necessidade de uma visão inovadora e orientada para as actividades de futuro, ainda que com eventual menor conteúdo de ciência e tecnologia.
A ADDICT surge, então, como a sua entidade gestora e dinamizadora, assumindo, assim a sua coordenação. Desta forma, a ADDICT segue um Plano de Acção Estratégico que tem como principal objectivo a afirmação e consolidação do Cluster das Indústrias Criativas na Região do Norte. O Plano de Acção é baseado na adopção de três eixos fundamentais articuladores dos projectos do Cluster e da própria actividade da ADDICT:
Propõe-se que a adopção destes eixos – Empreendedorismo, Negócios e Lugares criativos – permita agrupar e dar um significado imediato às competências e actividades da ADDICT. Estes eixos são transversais às actividades, actuando sobretudo como agregadores e organizadores, na perspectiva do alvo de actuação. Em concordância com estes eixos, a ADDICT agrupa as seguintes funções:
Consulte aqui o Plano de Acção aprovado para o Cluster das Indústrias Criativas
Saiba mais sobre quais os outros Pólos e Clusters inseridos no âmbito da Estratégia de Eficiência Colectiva. |
